Sobre casamentos, animais e outros mais...
Todo mundo já presenciou milhares de casamentos, seja na ficção, seja na realidade, talvez por isso, ninguém tenha parado para pensar no quão pomposa e patética é essa famigerada cerimônia.
Um casamento desperta as mais diversas emoções nos espectadores, do suspense quando o padre/pastor pergunta: “se alguém tem alguma coisa que impeça a realização desse casamento, fale agora, ou cale-se para sempre” (caraca, o cara que inventou essa frase era um maluco do meio do entretenimento, não é possível, ô frase pomposa e francamente feita para gerar emoção, a gente sempre fica na expectativa de que alguém diga: ‘-eu, esse homem não pode casar porque ele já é casado!’, embora eu só tenha presenciado isso na ficção. Droga! rs); ao ápice da cerimônia, que convenhamos é quando a noiva, que sempre está atrasada, entra na Igreja ao som da marcha nupcial, é muito bonito realmente.
Bom, no casamento que eu assisti deve-se fazer a ressalva que faltou uma das partes mais bizarras e divertidas de um casamento: o momento em que a noiva joga o buquê. Várias mulheres se estapeando por um punhado de flores.
Fiquei frustrado. Foi como se tivesse ido num safári na África e não tivesse visto uma manada de elefantes.
Humpf!
